É comum que os segurados que contratam o seguro residencial tenham dúvidas quanto às indenizações dos seus bens em caso de roubo/furto. Escrevemos essas linhas apenas para oferecer algumas dicas práticas para quem conta (ou quer contar) com essa proteção.
O SEGURO RESIDENCIAL
Dentro dos diferentes riscos que as seguradoras inserem na categoria Ramos Elementares (RE) está o seguro residencial. Seu objetivo é óbvio: proteger nosso mais valioso patrimônio, nossa residência e todos os bens materiais que estão dentro dela.
O seguro tem várias coberturas, sendo que a principal (e obrigatória) é a de incêndio. Geralmente esse é o risco maior, pois pode pôr todos bens a perder.
Em adição a este risco principal, há coberturas opcionais mais específicas, passando pelos riscos decorrentes de eventos naturais aos de responsabilidade civil.
As coberturas mais procuradas pelos clientes, todavia, são:
- a cobertura para danos elétricos a aparelhos eletrônicos e
- a cobertura contra a subtração de bens.
UM SEGURO INDISPENSÁVEL?
A situação atual do país, que envolve uma crise econômica já de longa data que tem sido seriamente agravada em virtude da pandemia de COVID-19 desde 2020 traz, como consequência, um crescimento da fome, da criminalidade e, naturalmente, da procura por seguros de bens.
Sentindo que as estatísticas indicarão um aumento no número de crimes desse tipo, as pessoas têm procurado o seguro residencial com foco especialmente na cobertura contra a subtração de bens. E é para esse público que nós estamos escrevendo, para alertá-los quanto às condições desse tipo de contrato de seguro.
Enfim, se este é um seguro que para você parece indispensável, é importante que você considere nossas rápidas dicas para se beneficiar dele.
EM CASO DE SINISTRO
Direto ao ponto: caso a residência de um segurado seja invadida e alguns dos bens ali depositados sejam furtados, dá-se início a um processo de sinistro que avaliará a que tipo de indenização se tem direito.
É evidente que a seguradora não poderá indenizar o segurado caso este não possa provar a antiga posse de qualquer bem. Ou seja, não basta contratar um seguro residencial e, depois de um tempo, dizer que tinha um computador de valor elevado que foi furtado. O segurado precisará apresentar documentos que comprovem a existência daquele computador.
Na prática, espera-se que o segurado apresente documentos como:
- Notas fiscais,
- Comprovantes de pagamento,
- Certificados de garantia,
- Manuais de utilização etc.
Isso basta. A seguradora calculará a indenização devida de acordo com os valores dos bens nas notas, descontará sua natural depreciação (considerará o valor dos bens usados) e o limite de cobertura contratada.
Levando esses detalhes em consideração você poderá, sim, respirar mais aliviado tendo um seguro residencial.
E OS BENS SEM NOTAS?
Aqui está a maior dúvida dos segurados: e os bens antigos, dos quais já não temos mais as notas? E os aparelhos que eu comprei usados? E se eu não tenho o hábito de guardar os comprovantes de pagamento ou os manuais?
Nestes casos o direito à indenização pode ser negado pela seguradora. Afinal, como saberão se não se trata de uma fraude?
Lembre-se que alguém terá que julgar cada caso e que há um forte elemento interpretativo e pessoal nesse processo.
Há quem aconselhe os segurados a fotografar sua casa, mas vale a pena lembrar que fotos não são necessariamente documentos comprobatórios da posse. Ainda assim, elas podem se somar às demais evidências e simplificar a avaliação durante o processo de perícia.
Do mesmo modo, determinados objetos derivados como um acessório deixado para trás, um fio que ficou na tomada ou parte de um equipamento furtado podem ajudar a seguradora a determinar a existência anterior de um produto e justificar sua indenização.
EM RESUMO
Nós, da Epicur Seguros, seguimos incentivamos todas as pessoas a considerar um seguro residencial, pois levamos em conta tanto o baixo custo dessa proteção quanto o risco concreto de que sejamos surpreendidos por eventos que nos façam perder anos de trabalho.
Porém, da forma mais transparente possível, também instruímos nossos clientes a preparar um arquivo (físico ou digital, ou ambos) com todos os tipos de documentos que possam comprovar a posse de seus bens em caso de sinistro.
Esse é um exemplo que deixa claro quão importante é o papel exercido pelo corretor de seguros nesse ramo de negócios. Um atendimento consultivo torna efetivo o seguro que se contrata, impede que estejamos pagando por um tipo de proteção que, por desatenção às pequenas linhas, não nos beneficiará em nada.
Está procurando um seguro residencial? Conte com a idoneidade da Epicur Seguros para contratar um seguro que lhe dê tranquilidade e não mais dores de cabeça.
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